E o futebol rio-grandino segue se afogando... (foto: Deyver Dias)
Em dois dias a cidade do Rio Grande descobriu que o futebol profissional não terá vez nesse segundo semestre de 2010. Primeiro foi o Sport Club Rio Grande, que anunciou na segunda-feira, sua não participação na Copa Enio Costamilan. Dois dias depois foi a vez do Sport Club São Paulo "dar tchau" para a Copinha.
Algo que pode deixar alguns de queixo caído, simplesmente não me surpreende. Em ambas decisões a falta de investimento financeiro foi determinante. Como trabalho junto ao esporte Papareia, há alguns anos, passou a soar como música para os meu ouvidos este tipo de justificativa. Nossos clubes não tem patrocínio, nossos clubes praticamente sobrevivem do esforço sobrenatural de alguns abnegados, que comprometem suas próprias finanças para ver sua instituição preferida em ação. Mas não há como manter esses mecenas em atividade por uma temporada inteira.
De forma alguma penso em criticar esses "heróis", bem pelo contrário, devemos nos orgulhar de ainda poder contar com esse tipo auxílio, contrariando a Federação que rege o futebol gaúcho e distribui cerca de 19 mil reais - sim, com os descontos, a verba de 30 mil reais destinada para cada participante da Segundona gira em torno disso. Esmola? Acho que sim, e se formos comparar com os 750 mil que cada clube do interior leva ao disputar a primeira divisão, dá nojo.
Voltando a linha de pensamento inicial, a falta de um patrocinador decente para os nossos clubes contrasta com o ótimo momento que a cidade vive, recebendo muitos investimentos e abrigando diversas empresas que vem até aqui para nosso desenvolvimento. E nenhuma dessas empresas investe no futebol rio-grandino...
Zero Hora usa psicanalistas para dizer que Dunga é paranóico
por Germano Leite
A ZH [jornal gaúcho Zero Hora] acaba de criar, nos moldes do EAD, uma nova modalidade de consulta psicológica: a PAD (Psicologia a Distância).
A “cobaia” do jornal da rbs (afiliada da globo) foi o técnico (gaúcho) Dunga, rotulado como “neurótico” e “levemente paranóico” (entre outros), em uma consulta feita à distância (pela TV!).
Só esqueceram de dizer aos doutores que os diagnósticos dos pacientes estão protegidos por sigilo, e não podem ser distribuídos assim, através de um veículo de comunicação de massa.
Vejam a seguir [texto publicado no jornal gaúcho]:
Psicanalistas analisam destemperos do técnico Dunga
Treinador não sabe lidar com críticas, segundo especialistas
Itamar Melo
Faça um exercício de imaginação e tente se colocar por alguns momentos na pele de Dunga, o técnico da Seleção Brasileira.
Primeiro, você vai a uma Copa do Mundo como jogador, a Seleção faz fiasco e o Brasil inteiro põe a culpa sobre seus ombros. Mas não fica nisso. O fracasso passa a ser conhecido como “Era Você”. Então, na Copa seguinte, você está lá de novo e vira campeão. Não adianta.
O reconhecimento vai para outros, e você continua a ser visto como pouco mais do que um tosco. Mais de uma década depois, nova oportunidade. Você vira treinador da Seleção. Ganha a Copa América, conquista a Copa das Confederações, humilha a seleção argentina e dá show nas Eliminatórias.
Agora sim, pensa, virá a consagração. Mas pouco importam os resultados. Você continua levando paulada na imprensa. Quando chega a Copa, sabe que não tem saída. Não importa o que aconteça, nunca vai agradar. Se vencer, será apesar de você. Se perder, será por sua causa. Só por sua causa.
Isto é ser Dunga.
Agora pense no destempero de Dunga durante a sua já famosa entrevista do domingo. O Brasil havia vencido e nada indicava que algo pudesse azedar o clima festivo pós-jogo. Mas o tempo fechou. Aparentemente sem motivo, o treinador partiu para o confronto e desandou a murmurar impropérios contra um repórter. O exercício de se colocar no lugar do treinador talvez seja a melhor maneira de compreender o comportamento insólito, por mais que ele possa ser considerado injustificável. Dunga está tão acostumado a ser massacrado em entrevistas que basta ver diante de si um grupo de jornalistas para já ficar pronto para a briga.
— O Dunga é um traumatizado. Acostumado a levar bordoada, pensa que sempre vai ser atacado. Ele nem ouve mais. Criou um mecanismo automático de defesa. Já começa agredindo como forma de se defender. Está todo mundo tão contra o Dunga, que eu quase estou ficando do lado dele — observa o psicanalista Mário Corso.
Constatar isso não impede que Corso veja no treinador comportamentos “neuróticos” e “levemente paranoicos”, exemplificados pela entrevista do domingo e pelos mecanismos de defesa desenvolvidos pelo técnico. O psicólogo João Ricardo Cozac, presidente da Associação Paulista da Psicologia do Esporte, por sua vez, prefere diagnosticar o treinador como alguém com dificuldade de lidar com a rejeição. No fundo, acredita, tudo o que Dunga almeja é o amor dos brasileiros.
— Ele não superou 1990. Ainda traz a frustração de todos colocarem a culpa nele pela perda da Copa. O que ele deseja é ser aceito pela mídia e pelo país. Dunga acreditava que, com as vitórias, dariam-lhe razão. Não foi assim. Isso detona o comportamento agressivo — opina.
Um outro fator que poderia explicar a conflituosa relação do treinador com a imprensa, na interpretação do psicanalista Robson de Freitas Pereira, seria a insegurança. Por ter começado a carreira de técnico direto na Seleção, algo raro em se tratando do Brasil, Dunga pode estar se sentindo pressionado a confirmar sua capacidade.
— No fundo, do ponto de vista futebolístico, a Copa América e a classificação para a Copa são conquistas menores. As reações do Dunga podem ser porque ele ainda se sente inseguro como técnico – supõe Pereira.
Mas não é só Dunga quem deveria deitar no divã. Seria interessante que os brasileiros em geral e a imprensa em particular se apercebessem da desproporção de suas reações. Corso nota que os jornalistas não estão inocentes e que cometem uma distorção ao transformarem seu conflito com o técnico em notícia, quando sua missão seria a neutralidade. Também merece um exame psicanalítico o achincalhamento generalizado a que o técnico é submetido a cada derrota ou desempenho menos brilhante. Uma explicação possível para a rejeição seria o fato de Dunga representar, em termos de futebol, o oposto do que o brasileiro tem no seu imaginário.
— Um carioca ou um paulista olham para o Dunga e não se reconhecem. Para eles, não é o Brasil — diz Corso.
Mesmo que não gostem de Dunga, os torcedores têm uma razão de peso para tentar deixá-lo seguro e de bem com a vida. Cozac observa que o desequilíbrio emocional do comandante pode colocar em risco o sonho do Hexa.
Qualquer tipo de elogio feito a torcida do São Paulo torne-se clichê, redundante, enfim... Mas dizer que a torcida do São Paulo venceu o jogo ontem é obrigação de qualquer ser humano que esteve no Aldo Dapuzzo.
Imagine... o time na lanterna, não vence há cinco jogos e no dia que volta a jogar em casa faz um frio de rachar. Quantas pessoas irão ao jogo? Bom, se o time em questão for o São Paulo, a resposta é cerca de CINCO MIL torcedores! Impressionante? Sim, mas presenciando toda a festa, é bom elevar isso ao quadrado.
O que era a empolgação da massa empurrando o time nos momentos mais complicados do jogo? Simplesmente foi de arrepiar. Poucas vaias e muita paciencia, isso é o que sempre foi desejado por time que joga em casa, em meio a uma crise. E isso foi o que o torcedor Rubro-Verde ofereceu ao time na noite de ontem.
O fato é que o São Paulo venceu o Cruzeiro, respirou aliviado na competição e ganhou muita, mas muita moral para enfrentar o Lajeadense na quarta-feira, novamente no Aldo Dapuzzo. Certamente milhares de Rubro-Verdes voltarão as arquibancadas para empurrar o time mais uma vez.
A grande moral de tudo é que agora o São Paulo precisa vencer pra chegar com chances de subir a primeira divisão no jogo contra o Brasil, em Farroupilha, no próximo sábado. Com uma possível combinação de resultados, o Sampa pode ir a Serra para apenas empatar e subir.
Como me arrisquei em projetar ao final da jornada pela rádio Minuano, ontem. Se isso se tornar realidade, teremos em Farroupilha mais torcedores do São Paulo do que do time da casa.
Passei por uma experiência muito bacana na última quarta-feira. Convidado pela "tia Karina" fui até o Colégio Alternativo conversar sobre a Copa do Mundo com os alunos da 4ª série, todos com idades entre 9 e 10 anos. Cheio de expectativas encontrei 15 crianças que me surpreenderam POSITIVAMENTE. Inteligentes, interessados e o mais supreendente... Muito bem informados, a "rapazeadinha" deu um show de simpatia, que me deixou extremamente emocionado.
Como não sou nem um pouco bobo, peguei algumas informações antes sobre a característica de cada um deles. Quem era o mais "perguntador", o mais ligado, o mais falante, essas coisas. Mas fixei muita atenção naquele que seria o mais tímido da turma, pois eu na idade deles jamais abria a boca dentro da sala de aula, pelo simples fato de morrer de vergonha de tudo. E não é que o mais tímido fez perguntas, levando-me a nostalgia e me fazendo lembrar: eu jamais perguntava na sala de aula, pelo contrário, torcia para que alguém tivesse a mesma dúvida que eu e fosse muito mais corajoso para abrir a boca, hehehe. Claro que lá pelo 2º Grau era muito mais difícil imaginar o Finkler quieto dentro de uma sala de aula, alg que se perdura até os dias de hoje.
Outra coisa que a galerinha da 4ª série fez e me deixou de queixo caído foi quando falei de 1950 e alguns sabiam da história daquele mundial, Pelé e a exatidão dos seus mais de mil gols também partiu deles, para arrebatar um dos meninos me descreveu um gol do Brasil em 1970. Isso foi novamente um momento nostálgico, pois mesmo sendo muito quietinho quando era pequeno, eu sabia detalhes impressionantes de jogos que não havia presenciado, tudo graças as leituras e conversas com meu pai e pessoas mais velhas.
Saí de lá muito feliz, pois ainda não havia tido a experiência de encarar crianças que fazem parte desta geração "tão rápida" do atual mundo globalizado. Espero que eles tenham gostado, mas isso vou descobrir quando eles entregarem a ficha de avaliação para a "tia Karina".
E aí rapazeada, passados os dois primeiros jogos do Quadrangular Final da Segundona, com um empate e uma derrota do São Paulo, venho aqui para fixar minhas impressões e projeções para o jogo de quinta-feira, em Porto Alegre.
No primeiro jogo o São Paulo foi bravo e conquistou o empate em 2 a 2 contra o favorito Brasil de Farroupilha, dentro do Aldo Dapuzzo. Longe de ter sido frustrante, o resultado animou os Rubro-Verdes e reabilitou a equipe que se apresentava batida dentro da partida.
Na última segunda-feira o desafio foi em Lajeado e o que vimos foi um São Paulo respeitando demais o Lajeadense que não demonstrou tanta força assim para que seu adversário apenas se defendesse e pouco atacasse. Entendo que um empate seria muito bom para a sequencia do campeonato e talvez transferir a possibilidade do acesso com as vitórias nos jogos que o time fará em casa, diante de sua apaixonada torcida. Mas da maneira que o São Paulo se portou no jogo, com um meio-campo vacilando e um ataque inoperante, o empate seria como uma vitória.
O goleiro Douglas se viu mal para defender o gol Rubro-Verde, já que a pressão do Lajeadense, principalmente no primeito tempo, foi muito intensa. Que fique de lição para quinta-feira. O São Paulo precisa atacar o Cruzeiro e dessa forma se impor dentro do Estrelão. E quando digo isso é por que já vi esse plantel render muito mais dentro das quatro linhas.
Do contrário, o sonho da primeira divisão em 2011 pode ser esquecido.
as cartas estão na mesa, basta ao São Paulo, ao menos, fazer o dever de casa. Largar bem contra o favorito em casa e depois dois jogos fora para especular. Se vencer na estreia me arrisco a dizer que sobe, pois bater no Brasil-FA nao será fácil! Quarta-feira, 19h, o Aldo Dapuzzo tem que lotar.
Quanto tempo, hein?! Vamos direto ao assunto, então. Ao fim da terceira fase duas constatações são pertinentes em relação aos times rio-grandinos. Primeiro, o Rio Grande teve muito azar em relação aos seus nove desfalques por lesão que foram contraídos exatamente no momento decisivo desta fase. O time perdeu o fôlego e obviamente, perdeu qualidade, pois quase todos os desfalques eram titulares. Restou ao Tricolor o gostinho de ir pela terceira vez ao Aldo Dapuzzo e vencer o São Paulo, neste ano quem mandou no campo do Leão, nos clássicos, foi o Rio Grande.
Segunda constatação, o São Paulo tinha problemas e os mesmos foram corrigidos a tempo com a demissão de Leco e a contratação de Beto Campos, que simplesmente azeitou o time, sem realizar mudanças radicais. O resultado disso? Classificação com duas rodadas de antecedência e a viva possibilidade de estar ano que vem na primeira divisão.
O São Paulo está entre os quatro melhores da Segudnona e são seis jogos que o separam do sonho de voltar à elite do futebol gaúcho. Mesmo assim fica um alerta: o time perdeu seus dois últimos jogos, mesmo que já estivesse classificado e que no último confronto foram utilizados reservas, as derrotas nunca são bem-vindas. Beto Campos deve trabalhar estes aspectos ao longo deste inicio de semana, nos dias que antecedem a estreia de quarta-feira, contra o Brasil de Farroupilha, no Aldo Dapuzzo.
Fala rapazeada venho aqui para retomar nosso contato, pois na semana passada não consegui cumprir os compromissos que tinha assumido por aqui. Em primeiro lugar trago uma notícia: os PODCASTS estão suspensos temporariamente. É claro que em alguns momentos importantes certamente teremos as gravações. E assim é melhor, pois não fica tão comum (bela desculpa, não?!).
Bom, vamos aos fatos na nossa Segundona nesse fim de semana.
O Rio-Rita
Rubro-Verdes fizeram a festa no Arthur Lawson (Foto: Deyver Dias/JA)
Muita gente falando que a atitude do São Paulo foi outra, que o time jogou mais, etc... mas eu prefiro acreditar que simplesmente a troca no comando deu novo ânimo aos atletas. Levo em consideração que o time foi praticamente o mesmo, pois apenas Leo Monnerat e Emerson Dantas entraram na equipe. Aliás, jogou uma enormidade o Emerson Dantas e mais um detalhe, segue perdendo muitos gols o São Paulo, o placar poderia ter sido mais dilatado.
Em relação ao Rio Grande o fato é que sem Mano Garcia o time decai, fica sem a referencia na frente e perde um atacante, na minha humilde opinião, diferenciado. As notícias dão conta que o camisa 9 Tricolor terá de fazer nova cirurgia no joelho. Tomara que isso não se confirme, pois seria assim um decréscimo enorme para a continuação da competição. Outro desfalque importante foi o zagueiro Mano, que só por sua experiencia já se caracteriza em um desfalque importante.
Projeções
No domingo o Lajeadense venceu o Passo Fundo por 2 a 1 e chegou a 6 pontos. Algo que torna decisivo o jogo entre Rio Grande x Lajeadense, quarta-feira, no Arthur Lawson. Vencendo o Tricolor ganha moral por bater o lider e pode ficar na segunda posição, desde que haja empate no jogo entre São Paulo x Passo Fundo. O empate complica e derrota praticamente o elimina.
O jogo entre São Paulo x Passo Fundo é a grande chance do São Paulo se firmar como postulante a segunda vaga, já que vencendo assegura-se como segundo colocado, pelo menos até o proximo fim de semana. Não pode pensar em perder e o empate não é bom negócio. E tem mais, se vencer deixa o Passo Fundo com apenas um ponto e abre cinco sobre ele.
Classificação
Em síntese
São Paulo: em menos de uma semana foi do inferno ao céu, embora não esteja nada confirmado e tudo em aberto, cresceu muito na parada!
Rio Grande: o bom resultado em Passo Fundo não combinou com a derrota no clássico, mas ainda dá, não pode fazer "terra arrasada", Tricolor!
Colocamos nossos dois representantes na terceira fase da Segundona e teremos mais dois clássicos Rio-Rita. Acompanhe a seguir informações sobre os jogos desta fase que iniciam nesta quarta-feira.
COMPSIÇÃO DAS CHAVES DA 3ª FASE:
CHAVE 7 RIOGRANDENSE (1º da CHAVE 5) GUARANY-BAG (1º da CHAVE 4) BRASIL-FAR (2º da CHAVE 6) CRUZEIRO (2º MELHOR 3º COLOCADO)
CHAVE 8 LAJEADENSE (1º da CHAVE 6) RIO GRANDE (2º da CHAVE 4) PASSO FUNDO (2º da CHAVE 5) SÃO PAULO (1º MELHOR 3º COLOCADO)
Jogos do primeiro turno
CHAVE 8 4ª FEIRA, 12.05, ÀS 20:30hs, SÃO PAULO x LAJEADENSE 4ª FEIRA, 12.05, ÀS 20:30hs, PASSO FUNDO x RIO GRANDE
DOMINGO, 16.05, ÀS 15:30hs, LAJEADENSE x PASSO FUNDO DOMINGO, 16.05, ÀS 15:30hs, RIO GRANDE x SÃO PAULO
4ª FEIRA, 19.05, ÀS 20:30hs, RIO GRANDE x LAJEADENSE 5ª FEIRA, 20.05, ÀS 20:30hs, SÃO PAULO x PASSO FUNDO
Análise da última rodada da segunda fase da Segundona
Neste domingo teremos a última rodada da segunda fase da Seundona 2010. Muitas contas a fazer é que resta para os torcedores e como sou um cara muito bacana vou facilitar as coisas por aqui.
Primeiro vamos ver quais são os jogos que acontecem amanhã, às 15h30min.
Agora vamos acompanhar a classficação das três chaves desta segunda fase:
É fato que as duas vagas de melhor terceiro colocado ficam com o terceiro da chave 4 e o da chave 6. Isso se dá porque o Passo Fundo vencendo seu jogo contra o Três Passo chega a 17 pontos, já o Três Passos, caso vença chega a 16, o Panambi só pode chegar a 16 e o Santo Ângelo a 14 - o terceiro da chave 4 provavelmente terá 17. Na chave 6 a combinação mais provável também deixaria o terceiro colocado com 17 pontos.
Vejamos o que a Dupla Rio-Rita tem de fazer...
Ainda não é possível projetar a próxima fase, pois as colocações ainda não estão definidas. Assim que acabar a rodada teremos todas as informações aqui no BLOG, portanto, fique ligado e torça por seu time!!!
Feliz dias das mães para todas as mamães do mundo!!!
Meu São Jorge amado, o que foi o clássico Rio-Rita de ontem? Quanta trapalhada. Que jogo chato!!! Primeiro o juiz tem um problema com seu carro e jogo marcado para às 19h45min inicia às 21h15min. Depois uma queda de luz para o jogo por cerca de 50 minutos, é muito para uma noite só, não ?? É, digamos que em termos de ações inesperadas foi apenas isso que aconteceu. Com a bola rolando o jogo não saiu do ZERO e a dupla decide tudo na última rodada!!!
Amanhã tem podcast, falando em tudo sobre o jogo, não perde!!!
Eis o Podcast sobre o Rio-Rita desta noite e já aproveito a oportunidade para fazer o serviço do jogo, a seguir. Portanto, ouve aíííííí!!!
E lê aqui...
Os ingressos são vendidos a R$ 20 (inteiro), R$ 10 (meio-ingresso) geral. Ingressos antecipados serão vendidos por R$ 15, das 9h às 17h de hoje, nas sedes do clube, que ficam na rua General Bacelar e no Centro Esportivo da Avenida Itália. Torcedores identificados com a logo do Rio Grande em algum produto pagarão R$ 10. Mulheres não pagam, porém, sócios e mulheres devem pegar seus ingressos até as 17h de hoje, nos pontos de venda que vendem antecipado. Após este horário, os ingressos serão vendidos inclusive para sócios do clube.
Os torcedores do Rio Grande identificados com a logo do clube, mulheres e idosos terão acesso ao Estádio pelo Portão 1. Os torcedores do Rio Grande sem a identificação, pelo Portão 2, ambos localizados na parte interna do Complexo Esportivo. Os torcedores do São Paulo terão acesso pelo Portão 3, na entrada do clube, de frente para a Avenida Itália.
Todos os torcedores pagantes, ao comprarem ingresso, receberão um bilhete numerado. No intervalo do jogo, haverá o sorteio da moto Biz. A promoção começou no dia 7 de abril e, em todos os jogos ocorridos no Arthur Lawson, os torcedores, inclusive os das equipes adversárias, ao comprarem seus ingressos, receberam um bilhete numerado que contará para o sorteio de hoje.